Validação e homologação
A versão inicial tem verificações de implementação, instalação e motores Linux/Windows. Essas verificações não são homologação fiscal real na SEFAZ.
O snapshot 0.1.0 acompanha a revisão ACBr SVN 48590 e 204 tipos gerados. O registro de implementação foi preparado em 08/10/2026; atualizações de publicação e CI são registradas no repositório.
O que foi verificado
| Área | Evidência registrada |
|---|---|
| Modelos e gerador | AST Pascal real, campos, aliases, herança, enums e coleções; geração determinística e equivalência Linux/Windows |
| TypeScript | Typecheck, bundles ESM/CommonJS e resolução NodeNext |
| Supervisor | Isolamento de emitentes, fila, cancelamento, timeout, crash, contrato, integridade e recuperação de resultado incerto |
| Motor Linux | 52 testes do motor/TLS e serviços SOAP locais |
| Motor Windows | 52 testes do motor/TLS e serviços SOAP locais |
| CLI check | Quatro operações offline reais por plataforma, incluindo schema e recusa de XML malformado/entidade externa |
| Consumo Linux | Instalação externa, ESM/CommonJS com Node 22.12.0 e 24.15.0, sem compiladores no PATH |
| Consumo Windows | Instalação externa, ESM/CommonJS com Node 22.12.0, usando worker e DLLs do pacote instalado |
| Revisão própria | Fluxo externo de fontes, geração, build e uso em revisão 48589, com contrato diferente do pacote principal |
| Distribuição | Auditoria de arquivos, hashes, dependências e licenças; tarballs de SDK e dois runtimes |
Os testes usam CNPJs, certificados e documentos sintéticos. As operações de SOAP/TLS usam servidores locais simulados. Nenhum teste do projeto transmite documentos à SEFAZ.
O relatório completo, os comandos e as limitações estão em VALIDACAO.md. Consulte também as execuções de CI; uma execução remota só conta como evidência após concluir seus checks.
Validação da documentação de recuperação
A referência do SDK 0.2.2 foi comparada ao tarball público: declarações TypeScript, API, estados do resultado e capacidade recuperarXml. O build desta documentação confere a presença de todos os métodos e estados do snapshot 0.2.2, dos códigos de recuperação, do novo guia e do download, além de links, âncoras e busca local.
Execute os testes do exemplo com node --test scripts/check-recovery-example.test.mjs e o site com npm run build. A simulação usa somente resultados inventados em HOMOLOGAÇÃO, sem importar o SDK, carregar runtime, certificado ou rede. Ela verifica os quatro campos de sucesso, preservação do original, ausência de retry e tratamento de falha/timeout; não comprova assinatura, schema, protocolo ou aceitação fiscal real.
O que continua separado
Homologação fiscal real exige certificado habilitado, cenários reais por UF, respostas oficiais e verificação operacional. Essa etapa permanece pendente e deve ser registrada separadamente dos testes de código.
Ter XML bem formado, assinatura e schema válidos não comprova autorização, adequação tributária ou aceitação de todos os cenários fiscais. A aplicação precisa acompanhar a resposta e a situação de cada operação.
Plataformas e TLS
O consumo Linux registrado corresponde ao Ubuntu 24.04/glibc x64. Não é evidência de portabilidade para toda distribuição ou Alpine. O runtime Windows é x64.
TLS verifica cadeia, validade, finalidade e hostname antes de enviar bytes de aplicação. No Linux utiliza CAs do sistema; no Windows prepara um bundle temporário com raízes públicas confiáveis. Esta versão não faz consulta de revogação CRL/OCSP.